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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

HUMOR: O futuro da profissão...

Fonte:Internet
 Com a queda do diploma, a capacidade técnica e a qualificação profissional deixam de fazer parte das exigências para a contratação de novos profissionais. Alguns atributos, antes necessários apenas em modelos, como os da mulher melancia, por exemplo, passam a ser fator preponderante para o exercício da profissão de jornalista. Esperamos que este não seja o nosso futuro...


Por Marco Cappelletti

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ter ou não ter; eis a questão



Parafraseando um dos textos mais famosos da arte teatral de Willian Shakespeare, quando trouxe na interpretação de um dos seus personagens, Hamlet, a citação “Ser ou não ser, eis a questão”, aqui ganha uma adaptação: Ter ou não ter diploma de jornalismo? Eis a questão.

Esse é um questionamento que tem perturbado a categoria e a solução está cada vez mais difícil de ser avistada. Mas afinal, o que vale a pena levar em consideração: o diploma ou o direito de expressão?

Desde que o ministro Gilmar Mendes determinou a não obrigatoriedade do diploma, em junho de 2009, os profissionais que há tempos exercia a profissão, “clandestinamente”, se sentiram respaldados pela medida do Supremo Tribunal Federal (STF). Por outro lado, perde a sociedade, que fica à mercê da qualidade da informação imposta por profissionais não qualificados.

Diante dessa era de globalização onde a informação é crucial nas negociações econômicas, comportamentos sociais e até responsável por decisões políticas, o que a categoria enfrenta nos dias de hoje é o reflexo de uma decisão tomada por um representante que não mediu conseqüências diante do fato e que, o preço pago será a falta de conscientização no exercício da função. Tal medida, que por muitos é encarada como simples fato, pode refletir futuramente na construção de uma população conformada com tudo o que é divulgado pelos meios de comunicação.  

Mas como resolver esse gargalo? Infelizmente esse é o ponto crítico da situação. Não há, sobretudo uma mobilização da categoria e até mesmo da população quando se diz respeito à defesa dos direitos adquiridos. Em outros países, a luta pela conquista é constante e os poderes competentes são obrigados a tomar decisões imediatas para solucionar o problema, enquanto no Brasil, o que se vê é essa transição de decisões, que não levam a lugar nenhum.

Conseqüências - Com a cassação do diploma muitas faculdades tiveram que fechar as portas, pois os alunos já não se interessavam mais pelo curso. Distorção, má apuração do fato, mau uso e manipulação da informação são umas das conseqüências da falta de profissionais que passaram por uma academia. 

A falta de diploma tem refletido cotidianamente na vida das pessoas. Parte desse reflexo está a insatisfação dos profissionais com a decisão do STF. Como é o caso da jornalista Cristina Cavaleiro. Formada há quatro anos, ela exerce a profissão e faz questão de defender a obrigatoriedade do diploma. “O ministro Gilmar Mendes achava que essa onda de esquecer o diploma jornalístico seria tão fácil, porém a realidade e outra. Muita gente acabou desistindo do tão sonhado documento (o diploma). Isso acabou fazendo a cabeça de muita gente, principalmente de alguns estudantes da área, alem de prejudicar as faculdades, por outro lado não mudou a ideia de algumas empresas de comunicação, que estão exigindo do mesmo jeito o diploma. Como uma profissional diplomada que passou quatro anos estudando, acho uma falta de respeito”.

A luta entre a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o STF continua. Mas até quando teremos que esperar por isso? Até quando a população pagará o preço por ter a ‘liberdade’ de expressão! Até quando seremos manipulados por esses poderes que tem o domínio da informação? Até quando ficaremos de braços cruzados aguardando respostas para tudo isso?


Elienai Corrêa é jornalista ainda não diplomada

Diploma: É necessário ou o que vale é se expressar?



Foto: Google Imagens

Alguns acreditam que uma das principais características de um bom jornalista é a curiosidade, outros já acham que ela simplesmente não existe, é abstrata, o que existe sim, é o meio, o nível de instrução, a idade, o ambiente de trabalho, o jornal etc.

Essa é uma discussão que está sendo muito questionada no meio profissional. Para muitos formados, sim, o diploma é sempre necessário, toda profissão que se preze, e que prepara o profissional para o mercado de trabalho precisa ter uma boa base de conhecimento, e uma boa faculdade fundamentada nos princípios corretos do que é fazer o jornalismo para a sociedade.


Claro que a liberdade de expressão de qualquer pessoa independente da profissão, é direito de qualquer cidadão e está garantida na constituição federal, mas fazer notícia para a sociedade é uma grande responsabilidade. Por isso, grandes empresas de telecomunicação, independente de qual mídia, geralmente contratam e preferem profissionais diplomados, que assegurem uma maior qualidade de informação. Ou os profissionais sem diploma, em outras, são treinados no próprio veículo, para poder exercer.

Pode ser que a prática ainda conte bastante, mas será mesmo que estudar durante os quatro anos de curso, não valem a pena? Compartilhar conhecimento com outros colegas, professores também? A bagagem do estudante que realmente quer exercer a profissão e que se esforça é muito grande, e conta muito no final.
Segundo o professor de direito e ética Wlademir Cargnelutti, é essencial o conhecimento dentro da instituição, pois, é onde se aprende os conceitos essenciais, ética jornalística, valores, como se escrever para ter qualidade de informação. Tudo é válido para conseguir um bom contrato, com uma boa empresa, e ser reconhecido na profissão como um verdadeiro jornalista.
Na verdade essa profissão é tudo isso e mais um pouco. É a perspectiva em que olha o mundo, como ele observa cada coisa da sociedade, cada cultura, e dela extrai conhecimento e experiência.

Essa é uma questão que divide opiniões inclusive de jornalistas formados, estudantes e próprios profissionais que se formaram na prática.

Outros acreditam que o que os cursos ensinam é meramente o básico, que o que é mais importante é no dia a dia da redação, que é praticando que se aprende. É a vida quem ensina a profissão. E acredita também que existem empresas que não exigem que o profissional seja formado, que nela própria ensinam técnicas rápidas e fáceis para trabalhar. “Até porque antes, bem antes, quando nem se ouvira falar de diploma de jornalista, eles estavam lá, já existiam, então porque agora que não há mais necessidade, ele é questionado? Porque só agora o assunto virou uma polemica? É exatamente isso que não entendo. Trabalhei na profissão durante 15 anos, sem diploma, e isso nunca me atrapalhou, ao contrário, sempre fui um profissional que tive amor pelo exercício do jornalismo”, questiona o jornalista aposentado Amaral Duarte.

É preciso viver, ganhar experiência, porque, por melhores que sejam a faculdade e o aluno, ao começar a trabalhar numa redação, todo jornalista ainda tem muito que aprender.

A própria jornalista formada há oito anos, Carla Souza, ainda defende a não obrigatoriedade. “Eu acho até que profissionais de outras áreas, podem perfeitamente escrever uma matéria que seja da sua própria área. Por exemplo, um médico pode escrever sobre uma nova doença rara que esta afetando a população, ele é perfeito e exato nisso. Vai escrever melhor que qualquer jornalista, inclusive os com diploma. O mesmo posso dizer de um químico, científico, advogado, entre outros”, “Claro vão escrever em termos técnicos, por isso há os jornalistas que facilitam para o leitor, mas isso não é um diploma que vai mudar”, finaliza.

Por outro lado, há quem defenda que deveria existir um diploma para todo jornalista. O recém formado, Gabriel Schuster, afirma que é praticamente impossível conseguir um bom emprego sem curso superior e os conhecimentos adquiridos nele. “Como qualquer profissão, acho essencial ter um curso de nível superior”. “Eu acabei de sair da faculdade, e nas minhas primeiras entrevistas de emprego, já me perguntaram, onde me formei, quando me formei, então, para mim o diploma e faculdade é referência”.

A rotina e o cotidiano podem dominar na produção diária de um jornal, mas escrever nunca deixará de ser um ato de cultura e imaginação.
Apesar do conhecimento teórico da atividade jornalística, grandes expectativas sobre a prática, ainda, em grande parte, é o que se considera por muitos o mais importante.


Por Alana Campigotto

Queda do diploma X Qualidade do jornalismo em MT


Quando alguma empresa inicia a procura por candidatos para o preenchimento de vagas disponíveis, a mão de obra qualificada deveria ser o diferencial do profissional, correto? Se você respondeu que sim está enganado, ao menos em relação à profissão de jornalista, na visão dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

No dia 17 de junho de 2009, o STF após votação em Brasília, decidiu que o jornalista não necessariamente precisaria do diploma para trabalhar nessa área da comunicação. Segundo Gilmar Mendes, presidente do Supremo, o jornalismo trata-se de uma profissão diferenciada, que tem vinculação com o exercício amplo das liberdades de expressão e de informação. Portanto, exigir o diploma de quem exerce jornalismo é contra a Constituição Federal, que garante essas liberdades.

Mas afinal de contas, o que a necessidade do diploma impede às pessoas de se expressarem? Não existe nenhum outro canal de comunicação além da imprensa? Mídias sociais, blogs e fóruns possuem qual função? Argumentação simplista, não?

A não exigência do diploma atinge diretamente o nível de qualidade do jornalismo ao enfraquecer a categoria. Se após quatro anos de estudos, os erros cometidos por trabalhadores formados, às vezes incidem em conseqüências perigosas, como cobrar de alguém que não foi preparado para trabalhar em determinada área?

As liberdades de expressão e de informação não se restringem às funções do jornalista, o compromisso e a responsabilidade social inerentes à profissão é que são fundamentais e caracterizam o seu papel diante da sociedade.

O jornalista tem o dever de informar à sociedade, mas antes de publicar qualquer material, ele deve checar as fontes, investigar a informação e construir a notícia de acordo com a veracidade dos fatos. Todo esse processo de construção do conhecimento é adquirido na faculdade, não quando alguém possui uma informação.

Nesse cenário, analisamos os efeitos da não obrigatoriedade do diploma, na qualidade da prestação de serviço dos jornalistas em Mato Grosso. Após pesquisa nos principais veículos de comunicação, o que pode se notar é a resistência à abertura do exercício da profissão.

Todas as principais empresas de comunicação da capital, ainda dão prioridade aos profissionais formados em jornalismo. TVs, rádios, sites, revistas e jornais preferem contratar colaboradores que já possuam experiência ou qualificação em sua área. O que de certa forma, corresponde à lógica do mercado de trabalho.

A qualidade do jornalismo em Mato Grosso já é muito aquém do ideal, se as empresas contratarem pessoas que não possuam nenhum tipo de preparo, o resultado será alarmante. Segundo Daniele Cunha, jornalista da Secretaria de Comunicação de Mato Grosso, SECOM MT, essa é uma tendência natural do mercado, se por lei não existe a obrigatoriedade, as empresas devem fazer esse afunilamento exigindo que os profissionais se qualifiquem, cada vez mais. Quanto mais qualificação, melhor será o profissional e o resultado que ele dará a quem o contrata.

Por enquanto Mato Grosso não teve prejuízo com a queda do diploma, o mercado carente de profissionais competentes acaba por absorver em grande maioria os recém formados, possibilitando o crescimento da área no estado.

Mato Grosso dá um bom exemplo a todo Brasil, contratando apenas pessoas capacitadas e com diploma, o que é o mais importante. A legitimidade das faculdades não pode ser afetada, quem deseja ser jornalista deve sim cursar comunicação social. Qualificar-se. O jornalismo agradece...

Por Marco Cappelletti

Diploma de Jornalismo história dos comunicadores

“Nossas redações de jornais estão sendo ocupados por pessoas muito acomodadas, na minha época você tinha de correr atrás da noticia, tinha ela na veia arterial. Além disso os nossos editores cobravam muito, nós produzíamos, realizava a reportagem e escrevia o texto, hoje não”, e o que diz o jornalista Nélson Severino, que parou de exercer a profissão no ano passado depois de 52 anos de carreira.

Ele ainda acrescenta que a falta de diploma está desmotivando os futuros jornalistas . “Hoje a internet facilitou muito a vida dos jornalistas e com isso tudo mundo pode escrever sem buscar informação precisa, sem ir até o acidente para conferir de perto o que realmente aconteceu”.

No dia 17 de julho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF), derruba a exigência do diploma de jornalismo. Essa obrigatoriedade tinha sido imposta por um decreto-lei de 1969, época em que o País era governado pela ditadura militar.

Segundo dados da Federação Nacional de Jornalismo (FENAJ), o primeiro passo para o jornalismo torna-se uma profissão e regulamenta-se foi o Congresso de Jornalista em 1918. Após isso a profissão teve sua primeira regulamentação em 1938, que na época Getúlio Vargas era presidente da República. Outro marco importante da história da busca da regulamentação e principalmente pelo diploma, foi a fundação da primeira Faculdade Cásper Líbero, em 1947.

Depois de quase 50 anos de luta, no período da ditadura militar, o governo federal aprovou o decreto de lei, em 69, que exigia a necessidade da formação superior.

A luta pela defesa do diploma de jornalismo ainda não acabou e muitas mobilizações estão sendo feitas para que a regulamentação da profissão volte.

“Ainda que as habilidades necessárias para o exercício do jornalismo não sejam exclusivamente aprendidas na faculdade, exigir o diploma é mostrar o caminho correto para quem deseja seguir qualquer profissão. A consciência da responsabilidade no exercício de uma função, seja ela qual for, se demonstra em primeira instância na busca por aprendizado”, acrescenta o velho guerreiro do jornalismo.

O recém-formado em jornalismo Milenon Busiquia, cita que “ Eu sou recém-formado e já saí da faculdade nessa realidade de não obrigatoriedade do diploma para exercer a função de jornalista. mas isso não mudou a minha concepção de que a formação acadêmica é essencial para o profissional. Além disso, há o fato de que as empresas de comunicação mais sérias, com mais credibilidade, preferem um profissional completo, que tenha um conhecimento de cadeira universitária, cita o jornalista.

Ele ainda argumenta, “Além da experiência ter o diploma é um diferencial dos outros profissionais não formados que é levado em consideração, há sempre a possibilidade disso mudar e a obrigatoriedade voltar a valer”.

Todos os jornalista e principalmente os estudantes da área aguardam o desfecho da PEC do diploma que está em tramitação em Brasília para voltar a exigência da formação profissional da categoria.

Por Lucione nazareth

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Varal de Comunicação, o blog do jornalista mato-grossense

O que seria de nós estudantes e jornalistas sem a socialização da "Grande Rede"?

O acesso à internet possibilitou a democratização das opiniões e com ela a descentralização da informação. Notícias e opiniões, que antes só eram compartilhadas atráves de grupos de comunicação, puderam ser debatidas e apreendidas de angulações e pontos de vistas alternativos.

O jornalista, que antes não tinha força em suas palavras, caso não trabalhasse para um veículo de grande publicação, enfim pode ser lido, visto ou ouvido.

E com essa poderosa ferramenta, nós do 4º ano de Comunicação Social - com Habilitação em Jornalismo, da Faculdade IVE, impulsionados pela aula de jornalismo on-line, optamos por criar um blog para os jornalistas e estudantes de jornalismo de Mato Grosso.

Queremos fazer deste canal um meio, onde o debate, a troca de informações, de textos e de opiniões tenham um papel fundamental e transformador para nossa profissão.

O jornalismo sofreu um forte golpe: após a decisão judicial pela não obrigatoriedade do diploma para o seu exercício, faculdades registraram quedas drásticas no número de alunos inscritos. Pessoas sem o mínimo de preparo ingressaram na área, submissas a salários irrisórios, muito aquém do piso salarial da categoria.

E nesse processo de involução, nós, estudantes e jornalistas, temos o dever de assumir o papel de agentes reivindicadores, na luta pela legitimidade da profissão, que após o parecer do nosso querido amigo do "STF" (abraços, Gilmar Mendes!), goza de total desprestígio e descrédito perante a população.

Por isso, caros colegas, faço deste post um clamor, para que possamos, juntos, não apenas ingressarmos no jornalismo, mas que sejamos lembrados pela geração que lutou e que foi fator preponderante para melhoria da realidade de nossa profissão.

Leiam o Varal de Comunicação, ou melhor, sejam o Varal de Comunicação!

Por Marco Cappelletti

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Frente em Defesa do Diploma séra reinstalada; FENAJ convoca Mobilização

Com o número de assinaturas necessárias já alcançado, a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Diploma de Jornalismo será reinstalada no Congresso Nacional no início de outubro. Com este reforço, a Executiva da FENAJ e o Grupo de Trabalho da Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma convocam para dia 6 de outubro mobilização no Congresso Nacional, em Brasília, para pressão direta sobre os parlamentares pela aprovação das PECs do diploma.

Já foram obtidas as 198 assinaturas necessárias para criar a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Diploma de Jornalismo no Congresso. O próximo passo agora é instaurar a frente, o que deve ocorrer no início de outubro, segundo o gabinete da deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM), autora da proposta. Com as articulações da parlamentar e os contatos dos Sindicatos de Jornalistas e de profissionais junto aos gabinetes parlamentares, nas três últimas semanas foram conquistadas mais de 90 assinaturas de adesão.

Em documento encaminhado às entidades que participam do movimento, a Executiva da FENAJ e o GT Coordenação Nacional da Campanha alertaram seus apoiadores para a necessidade de um esforço urgente de mobilizações e contatos com parlamentares pela reinstalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Diploma e pela aprovação da PEC do Diploma na Câmara dos Deputados, tendo em vista a crescente expectativa de que a PEC 386/09 seja votada em plenário em outubro ou novembro.

Autor da PEC, o deputado Paulo Pimenta (PT/RS) já protocolou solicitação neste sentido à Mesa Diretora da Câmara. Ele também participou de audiência da direção da FENAJ com o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT/RS), no final de agosto e quer reforçar o movimento pela aprovação da matéria com a assinatura do maior número possível de parlamentares ao requerimento.

Paralelamente, a FENAJ e a Coordenação da Campanha preparam um “placar” com a tendência de voto de cada deputado, para divulgação na página da entidade, à semelhança do que foi produzido com a tendência de votos à PEC 33/09, que tramita no Senado. “E é fundamental que nossos apoiadores continuem incentivando a adesão de todos cidadãos ao abaixo assinado virtual que pede a imediata votação das PECs”, destaca Valci Zuculoto, diretora da Federação e membro do GT.

Por José Carneiro Nascimento

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fenaj convoca jornalistas e estudantes em defesa do diploma

A Federação Nacional dos Jornalistas convoca a categoria e estudantes de jornalismo de todo o país para uma mobilização no Congresso Nacional, em Brasília, para pressão direta sobre os parlamentares pela aprovação das PECs do diploma, no dia 6 de outubro.

Já foram obtidas as 198 assinaturas necessárias para criar a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Diploma de Jornalismo no Congresso. O próximo passo agora é instaurar a frente, o que deve ocorrer no início de outubro.

Autor da PEC do diploma de jornalismo, o deputado Paulo Pimenta (PT/RS) já protocolou solicitação da votação da PEC no sentido à Mesa Diretora da Câmara. Ele também participou de audiência da direção da FENAJ com o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT/RS), no final de agosto e quer reforçar o movimento pela aprovação da matéria com a assinatura do maior número possível de parlamentares ao requerimento.

Paralelamente, a FENAJ e a Coordenação da Campanha preparam um “placar” com a tendência de voto de cada deputado, para divulgação na página da entidade, à semelhança do que foi produzido com a tendência de votos à PEC 33/09, que tramita no Senado. “E é fundamental que nossos apoiadores continuem incentivando a adesão de todos cidadãos ao abaixo assinado virtual que pede a imediata votação das PECs”, destaca Valci Zuculoto, diretora da Federação Nacional dos Jornalistas.

Mais informações no link: http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=3421

Por Lucione Nazareth